Visita ao Parque Municipal
Na quarta-feira, 05/04/2017, visitei o parque municipal de Belo Horizonte pela tela do computador. É surpreendente perceber que essa tecnologia possibilita que nós tenhamos um panorama do local sem, de fato, estar nele, acontecimento que seria tema de ficção cientifica há alguns anos atrás. O street view ainda tem algumas limitações, pois se restringe apenas a visão do lugar, mas já existem alguns programas de realidade virtual que, além de programarem situações ao acaso, conseguem proporcionar as sensações de cheiro, temperatura, umidade e, até mesmo, tato ao usuário. Isso gera diversas facilidades para aqueles que não têm disponibilidade de conhecer a área presencialmente e também é uma evidência da criação de novos espaços, que não os físicos, pela humanidade.
No dia seguinte, 06/04/2017, realizei a visita pessoalmente ao parque. Experimentamos as sensações reais do clima, ouvimos os sons emitidos por animais, pelas pessoas e pelo transito, tivemos a oportunidade de caminhar pelas trilhas que quiséssemos e tocar os variados elementos que constituem o local. Aspectos que não puderam ser alcançados na virtualidade do google street view. Contudo, como já foi dito antes, esses tipos de interação podem ser proporcionados por outros programas que simulam a os espaços físicos. Conclui que a principal diferença entre as visitas virtual e presencial é a existência ou não de vida, de prana. Isso é, quando visitamos um lugar ao vivo é possível sentir a energia vital deste, o que ainda não é proporcionado pelos espaços virtuais.
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