Entre os dias 2 e 12 de junho, visitei a Casa da Glória em Diamantina, Minas Gerais. Se trata de um casario colonial antigo que teve diversos administradores e funções, entre elas: domicílio, residência para os intendentes estatais, sede do Segundo Bispado de Minas Gerais, Orfanato e, hoje, sedia o Centro de Geologia de Eschwege. Com toda essa bagagem cultural, a construção é um dos pontos de Diamantina mais visitados por turistas, entretanto, ainda funciona como alojamento para vários estudantes.
O casario tem amplos quartos, salas de estudo, salas de exposição, refeitório, pomar e outros vários equipamentos que o torna um lugar rico em espaços internos e externos. A arquitetura apresenta alguns traços da tipologia colonial brasileira. Alguns exemplos são a presença de grandes janelas, de estruturas de madeira, de paredes grossas, de pintura azul e de telhado com telhas de barro. Contudo, a casa apresenta um passadiço de madeira que remete a uma avançada tecnologia para a época. Ele foi feito com a intenção de unir duas casas que fazem parte do conjunto, sem que os moradores tivessem que atravessar a rua e resiste em pleno funcionamento até os dias atuais.
A Casa da Glória é um marco significativo na cidade de Diamantina, capaz de indicar partes da história e da tradição mineira.




